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sábado, 28 de janeiro de 2012

Inquietação

Se a inquietação passou a dominar-lhe o caminho, pense nela como sendo um parasito a corroer-lhe a vida e trate de arrancá-la em seu próprio favor.
— o —
Se a enfermidade lhe visita o corpo, não é com o fogo da aflição que você colaborará na própria
cura e sim encarando-a, com aceitação e tratamento para afastá-la.
Se alguma ocorrência desagradável lhe impôs aborrecimentos, passe por ela e siga à frente, em sua própria tarefa, à maneira de quem não precisa parar em viagem por haver encontrado uma pedra.
— o — -
Se você cometeu quaisquer erros, admita-os, fazendo quanto puder para não reincidir neles, mas lembrando sempre que você não é uma entidade angélica e sim uma criatura matriculada na escola humana.
— o —
Se o erro de alguém é a causa de sua inquietação, envie pensamentos de paz e compreensão a esse alguém, sem violentar-lhe os pontos de vista, de criatura incompleta quanto você mesmo, no educandário do mundo.
— o — 
Se você faliu em algum empreendimento, note que se você prosseguir trabalhando, o fracasso, em breve, lhe servirá de lição para melhoria e sucesso.
— o —
Se você almeja situações que presentemente não consegue alcançar, faça o melhor que possa, onde esteja, e, sem dúvida, trabalhando sempre, você atingirá o lugar que deseja.
— o —
Se você sofre críticas indébitas, fique com a sua consciência e deixe aos outros os pensamentos e atitudes que pertencem a eles mesmos.
— o —
Se você receia a velhice do corpo, lembre-se de que a existência física avançada no tempo não é a noite de hoje e sim o alvorecer de amanhã.
— o —
Se a inquietação persiste em você, procure envolvê-la no calor do serviço, porque servindo, você conseguirá esquecer-se e ao esquecei se no bem dos outros, você estará em paz na força construtiva do bem.
Chico Xavier





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sábado, 21 de janeiro de 2012

LIVRO DA SEMANA - FILHOS, EU ESTOU VIVA!

Dizem que a maior dor de um ser humano é a perda de um filho. Mas e o contrário: a mãe que se vai, deixando os filhos? É enternecedor acompanhar Tereza, uma mãe igual às nossas, relatando suas experiências pós-desencarne. Filhos, eu estou viva! é emocionante e simples, tal qual uma mãe. Deixe-o tocar seu coração de filho.

Nota da blogueira:  Impossível não se emocionar com este belíssimo livro. Comprei-o assim que minha mãe partiu. O quê posso dizer? Aqueceu-me o coração!
E quem estiver com ele (emprestei não sei a quem) por favor, devolva-me!


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O amor filial

A constituição de uma família não é resultado de acidente biológico, mas de uma programação que lhe precede à estrutura física e social. As Soberanas Leis da Vida estabelecem códigos que se expressam automaticamente conforme as circunstâncias, obedecendo a padrões de comportamentos que estatuem as ocorrências no processo da evolução dos indivíduos em particular e da sociedade como um todo. Os pais, por isso mesmo, não são seres fortuitos que aparecem à frente da prole, descomprometidos moral e espiritualmente.
São pilotis da instituição doméstica, sobre os quais se constróem os grupos da consanguinidade e da afetividade. Mesmo quando aparentemente emprestam as moléculas físicas para o renascimento dos Espíritos, encontram-se sob jurisdição da Providência Divina, que jamais improvisa ou experimenta surpresas que são inadequadas ao equilíbrio Cósmico. Os filhos, por sua vez, renascem através daqueles com os quais têm compromissos morais de gravidade para o desenvolvimento espiritual de ambos: genitores e descendentes.
Desse modo, a vinculação pelos laços do sangue possui um significado expressivo do ponto de vista ético, que não pode ser desconnsiderado. À Luz do Espiritismo, bem como da psicologia profunda, as heranças do código genético impõem condicionamentos positivos ou negativos, a que o ser reencarnante se submete por necessidade de reeducação interior, de reparação de desmandos, conquistas relevantes sob qualquer aspecto consideradas.
Não sendo o ser real o corpo, mas o Espírito pelo qual se expressa e que o comanda, todos os processos pertinentes à sua existência devem transcorrer dentro dos sentimentos de afeição, respeito pelos pais, mesmo quando esses não correspondem à elevação do ministério de que se fizeram instrumento. Nesse sentido, a piedade filial é das mais significativas manifestações de amor que o Espírito se deve impor, ampliando a área dos sentimentos e acrescentando outros deveres, quais os de gratidão, respeito e ternura impostergáveis.

Quando se trata de pessoas não vinculadas através do sangue, mas que se tornaram pais adotivos ou os representam, esse é ainda muito maior, considerando-se que o afeto de que se fizeram objeto possui um caráter mais grandioso, porque destituído da obrigatoriedade que a injunção carnal impõe, quando ocorre a edificação da família. Esse formoso conceito expresso no amar pai e mãe, não se restringe somente ao afeto, à consideração enquanto se encontrem sob sua dependência econômica e civil, mas sobretudo, quando lhes advêm a velhice, o cansaço, a enfermidade e as necessidades que devem ser supridas mediante carinho e devotamento.

O declínio das forças físicas e mentais através das enfermidade e do envelhecimento, que atinge todos quantos têm a existência prolongada, é a fase mais significativa para que os filhos mostrem o seu reconhecimento e amor pelos pais, porquanto, no quebrantar das energias, a amargura, a insegurança e a satisfação transformam-se em verdadeiros calvários para as criaturas humanas. Como o jovem de hoje inevitavelmente, não desencarnando antes, experimentará o processo de alteração celular, o bem que oferte aos genitores, além de dever, é também sementeira para o próprio amanhã.

Muitas vezes os arroubos juvenis, os anseios de gozos, levam os jovens ao esquecimento dos pais, incidindo em grave erro, de que se arrependerão no momento próprio, especialmente quando se tornarem também genitores, dando surgimento a transtornos psicológicos perturbadores sob o açodar da consciência de culpa.

Anuímos com o fato de que muitos pais não correspondem ao dever que lhes diz respeito, atirando os filhos ao abandono, esquivando-se de atendê-los nas suas urgentes necessidades e sofrimentos, conduzindo-se levianamente e sem qualquer escrúpulo. Todavia, essa conduta enferma não justifica que aqueles as sofreram ofertem a mesma moeda de ingratidão e o eqüivalente pão amargo de desrespeito, a fim de não derraparem pela rampa da loucura e da perversidade.

O mandamento maior preconizado por Jesus, recomenda o amor deve ser incessante e inevitável, coroando-se de perdão pelas ofensas recebidas. No grupo familial, esse amor deve nais expressivo, conduzindo o perdão a um tão elevado grau, que quaisquer ressentimentos de ocorrências infelizes se façam ultrapassados pela compreensão das dificuldades emocionais em que os genitores viviam, em razão da sua imaturidade moral, e mesmo de sutis causas que remanesciam de existências anteriores gerando antipatia e mal-estar, que não raro se fazem recíprocos.
Na exteriorização desse sentimento de amor, a caridade é chamada a contribuir, por superar os impositivos afligentes, sustentando o ser moral e amparando-lhe as aspirações do bem, da beleza e da solidariedade, no sadio desejo de contribuir em favor da felicidade geral. Há famílias desagregadas em clima de permanente perturbação, nas quais as lutas encarniçadas se fazem entre os seus membros, não poupando a ninguém.

Ocorre que nelas o campo de batalha das reparações espirituais se apresenta organizado, a fim de que os litigantes compreendam a ditosa oportunidade de estarem juntos para se ampararem uns aos outros, se desculparem pelas ofensas que se permitiram anteriormente, encontrando novo rumo emocional para a experiência da felicidade. As famílias, por isso mesmo, nem sempre são ditosas ou harmônicas, constituindo agrupamentos de difíceis entendimentos, por faltarem os instrumentos da paz, que cada membro desconsiderou em outra oportunidade mas que agora retornam em carência.

Assim sendo, cada Espírito renasce, não no grupo da própria afetividade entre corações generosos e dignos, mas no clã onde tem necessidade de aprimorar-se pela paciência, pela resignação, pelo silêncio e pela bondade, preparando-se para o enfrentamento com os demais grupos sociais onde deve desenvolver os objetivos superiores da existência. Nesses grupos infelizes de lutas, não poucas vezes, os futuros genitores programam filhos conforme os desejos vãos, induzindo mentalmente os fetos a determinados procedimentos futuros que não são aqueles para os quais retornam ao proscênio e imprimem seus conflitos nas delicadas telas da alma dos reencarnantes, que irão experimentar posteriores distúrbios na área sexual, artística, comportamental, que poderiam ser evitados.
É certo que essa ocorrência encontra-se também estatuída nos compromissos das Leis de causa e efeito, que o livre arbítrio poderia modificar, ensejando as reparações sob outras condições, sem os impositivos mórbidos da frivolidade dos pais. Além das famílias consanguíneas, que oferecem os equipamentos para os renascimentos físicos, existem também aquelas de natureza espiritual, cujos vínculos são mais fortes, ligando os indivíduos que as constituem.

Face às necessidades evolutivas, no entanto, a maioria dos Espíritos retorna aos grupos que lhes serão mais úteis do que naqueles que proporcionariam mais alegrias e bênçãos. Seja porém, qual for o tipo de família em que cada ser se encontre, cumpre-lhe o dever do amor filial e fraternal, para bem desincumbir-se nas tarefas que ficaram na escuridão dos erros transatos.

Quando Jesus, em pleno ministério, sabendo que sua mãe e seus irmãos o procuravam com ansiedade, de forma surpreendente interrogou ao grupo aturdido que O queria submeter à sua sombra coletiva: - Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?- e após olhar em derredor, a todos elegeu como sendo a Sua família, pois que - completou - todo aquele que faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.

O Seu amor familiar ampliava-se a toda a Humanidade para a qual viera, rompendo os grilhões do grupo restrito, para ensinar que na condição de serem todos os indivíduos filhos de Deus, uma só e única família. Ele já se houvera desincumbido dos deveres no lar, encontrava-se na idade adulta, direcionava os passos para o objetivo essencial para qual viera; não seria, portanto, lícito que se detivesse para atender às paixões e controles de qualquer natureza, em detrimento das determinações de Deus.

Absolutamente lúcido, dispondo da Sua faculdade de Espírito Superior, conhecedor do passado das criaturas e das injunções reencarnacionistas em que se encontravam, sem abandonar os compromissos morais da afetividade humana, preteriu-os, preferindo não se afastar por um momento sequer da determinação de realizar a tarefa encetada.
Amar sempre, é o impositivo existencial, nele incluindo todo o clã e, particularmente, pai e mãe, a fim de viver longo tempo na Terra que o Senhor Deus dará, conforme preconiza o Decálogo (Êxodo, cap. XX, v. 12).
Joanna de Ângelis

Fonte: Comunidade Espírita


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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O QUE IMPORTA

Notas o desprezo.

O abandono te tortura.

Mas o que importa é tua fé.

Ouves a calúnia.

A falsidade te fere.

Mas o que importa é tua verdade.

Assistes à revolta.

A violência te atinge.

Mas o que importa é teu perdão.

Observas o orgulho.

A arrogância te machuca.

Mas o que importa é tua humildade.

Reparas a inveja.

O despeito te constrange.

Mas o importa é tua paz.

O importante não é o que os outros pensam, falam ou fazem contigo.

O que realmente importa é tua atitude.


Autor: Bezerra de Menezes
Psicografia de Antônio Baduy Filho




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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Sobre a duração de um arco-íris

Se um arco-íris dura mais do que quinze minutos, não o olhamos mais.
A constatação é do filósofo alemão Goethe e representa muito do que vai na alma humana,nestes dias.
Nós, da geração do imediato, do prático, do instantâneo, acabamos tendo dificuldade em nos demorarmos em qualquer experiência que seja, mesmo que prazerosa.
Por que será que muitos de nós acostumamos com a beleza e, então, deixamos de contemplá-la?
Por que será que muitos nos habituamos com as coisas boas que temos na vida e deixamos de valorizá-las?
Alguns não observamos mais as estrelas como se, depois de algum tempo, perdessem sua grandiosidade, seu mistério e deixassem de ser interessantes.
Alguns esquecemos de olhar o pôr-do-sol. Afinal, ele acontece todo dia e talvez não nos surpreenda mais...
Outros deixamos de admirar a esposa, o marido, os filhos, como se esses arco-íris, que temos ao nosso lado, perdessem suas cores ao longo da convivência.
Alguns ainda deixam de se deslumbrar com a própria existência, após alguns anos de luta, esquecendo que cada dia é um novo milagre, uma nova chance, um novo arco-celeste multicolor.
De tão focados no trabalho e nas questões práticas da vida cotidiana, que aprendemos a ser, acabamos nos tornando grandes distraídos.
Sim, distraídos no sentido de esquecidos, pouco atenciosos no que diz respeito às questões mais importantes da existência.
Por isso, em alguns momentos na vida precisamos parar tudo. Parar até de pensar tantas coisas ao mesmo tempo.
As técnicas de meditação nos ensinam este valioso hábito: limpar a mente. Pensar numa coisa de cada vez. Pensar em algo por muito tempo, sem deixar que a mente fique pulando de galho em galho.
Precisamos aprender a observar cada arco-íris até o fim, saboreando esses instantes de maravilhosa beleza, sem deixar que passem, assim, correndo, ou tão rápido, como dizemos popularmente.
A pressa não é apenas inimiga da perfeição mas também da alegria, do deleite e das emoções verdadeiras.
*   *   *
Pare e observe.
Pare e observe algo simples mas fascinante, como a disposição dos galhos numa grande árvore. Imagine quantos seres têm sua moradia ali, escondidos, mas vivos e atuantes no ecossistema.
Pare e observe uma porção de água qualquer: um pequeno lago, uma poça ou até mesmo a água dentro de um copo.
Perceba o comportamento dela quando se gera alguma vibração. Note a forma das ondas.
Coloque a ponta de um dos dedos e sinta a temperatura, a forma com que ela o envolve.
Pare e observe uma criança dormindo. Acompanhe a calma da respiração, a paz de sua expressão, a beleza dos traços...
Pare e observe a vida, os dias, as pessoas. Pare e observe o amor, onde quer que esteja.
Nossa alma se acalma, ganha forças e se aproxima do Criador, sem esforço, sem tensão.
Pare e observe...
Redação do Momento Espírita.
Em 02.01.2012.


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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

CURSO SOBRE A DOUTRINA ESPÍRITA

Bom dia!


Campereando na net, achei este curso sobre a doutrina espírita.
Achei muito interessante e comecei a fazê-lo!

Estudo Sistematizado da Doutrina EspíritaBaseado em Publicação da FEB


 Boa leitura!
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sábado, 7 de janeiro de 2012

Caridade

Hoje à tarde, quando voltava de um passeio pelo centro da cidade, peguei um ônibus e a meu lado sentou-se uma senhora. Já na metade do caminho, entrou um senhor pedindo a atenção de todos e começou a contar que era portador de HIV e que fazia parte de uma ONG que ajudava portadores de HIV. Pediu uma contribuição de qualquer valor, e explicou este valor seria para a compra de cestas básicas e medicamentos para os trinta integrantes desta ONG que passavam necessidade. Eu prontamente abri minha bolsa e tirei uma nota de dois reais (era só o que tinha naquela hora) e entreguei ao senhor. Ele me olhou nos olhos, agradeceu e disse: - Deus lhe dê em dobro! E logo desceu do ônibus.
A senhora que estava ao meu lado diz: - Eu não dou dinheiro para essa gente! Saem e vão comprar drogas ou ficam com o dinheiro.

Eu sorri e pensei comigo: Eu fiz a minha parte! Não importa  que ele fará com o dinheiro. Não sou ninguém para julgar o que cada um faz. O importante é que eu fiz a minha parte!



Pensem nisso!


Bom finalzinho de sábado a todos!


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Se eu morrer antes de você...


Nesta linda manhã de verão, deixo-vos um vídeo com uma linda mensagem! 
Vale a pena ver, ler e refletir!

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Para sempre...

Um belo poema de Carlos Drummond de Andrade

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Lições de um pai

Quando soube que tinha poucos meses de vida por causa de um câncer, o professor de gramática inglês Paul Flanagan só pensou em seus filhos, Thomas e Lucy. Em vez de sentir piedade de si mesmo ou entregar-se à tristeza, ele usou seus últimos dias para tentar ser um bom pai – mesmo à distância. Paul escreveu cartas, deixou mensagens gravadas em DVD e até comprou presentes para ser entregues às crianças em seus aniversários futuros. Separou também seus livros preferidos e, dentro deles, deixou bilhetes dizendo por que havia gostado de lê-los.
Em novembro de 2009, aos 45 anos, Paul morreu por causa do melanoma, deixando a mulher, Mandy, Thomas, então com 5 anos, e Lucy, de 1 ano e meio. Quase dois anos depois, ele continua presente com suas mensagens e fotos espalhadas por toda a casa. E, no mês passado, a família ganhou mais uma lembrança de Paul. Por acaso, Mandy encontrou um documento em seu antigo computador intitulado “Sobre encontrar a realização”. “Abri e, com lágrimas escorrendo pelo meu rosto, descobri que eram seus pontos para viver uma vida boa e feliz”, diz Mandy ao jornal Daily Mail.
“Quando alguém recebe a notícia de que tem poucos meses de vida, decide que sua vida não vai ser completa se não pular de bungee-jump da Ponte Harbour, em Sidney, ou não tiver visitado o Grand Canyon. Esse não era Paul. Tudo que importava para ele estava bem aqui. Ele viveu e morreu de acordo com suas próprias regras, e sei que encontrou sua própria realização.” Mandy diz que a carta é uma reprodução fiel dos valores e do bom humor de Paul.
O professor resumiu as reflexões que nortearam seu modo de viver em 28 itens. Traduzo aqui as palavras de Paul para seus filhos – e que agora servem de inspiração não só para eles, mas para todos que as leem.
“Nessas últimas semanas, depois de saber de meu diagnóstico terminal, procurei encontrar em minha alma e em meu coração maneiras de estar em contato com vocês enquanto vocês crescem.
Estive pensando sobre o que realmente importa na vida, e os valores e as aspirações que fazem das pessoas felizes e bem-sucedidas. Na minha opinião, e vocês provavelmente têm suas próprias ideias agora, a fórmula é bem simples.
As três virtudes mais importantes são: lealdade, integridade e coragem moral. Se aspirarem a elas, seus amigos os respeitarão, seus empregadores o manterão no emprego, e seu pai será muito orgulhoso de vocês.
Estou dando conselhos a vocês. Esses são os princípios sobre o quais tentei construir a minha vida e são exatamente os que eu encorajaria vocês a abraçar, se eu pudesse.
Amo muito vocês. Não se esqueçam disso.
Seja cortês, pontual, sempre diga “por favor” e “obrigado”, e tenha certeza de usar o garfo e a faca de maneira correta. Os outros decidem como tratá-los de acordo com as suas maneiras.
Seja generoso, atencioso e tenha compaixão quando os outros enfrentarem dificuldades, mesmo que você tenha seus próprios problemas. Os outros vão admirar sua abnegação e vão ajudá-lo.
Mostre coragem moral. Faça o que é certo, mesmo que isso o torne impopular. Sempre achei importante ser capaz de me olhar no espelho toda manhã, ao fazer a barba, e não sentir nenhuma culpa ou remorso. Parto deste mundo com a consciência limpa.
Mostre humildade. Tenha a sua opinião, mas pare para refletir no que o outro lado está dizendo, e volte atrás quando souber estar errado. Nunca se preocupe em perder a personalidade. Isso só acontece quando se é cabeça-dura.
Aprenda com seus erros. Você vai cometer muitos, então os use como uma ferramenta de aprendizado. Se você continuar cometendo o mesmo erro ou se meter em problema, está fazendo algo errado.
Evite rebaixar alguém para outra pessoa; isso só vai fazer você ser visto como mau. Se você tiver um problema com alguém, diga a ela pessoalmente. Suspenda fogo! Se alguém importuná-lo, não reaja imediatamente. Uma vez que você disse alguma coisa, não pode mais retirá-la, e a maioria das pessoas merece uma segunda chance.
Divirta-se. Se isso envolve assumir riscos, assuma-os. Se for pego, coloque suas mãos para cima.
Doe para a caridade e ajude os menos afortunados que você: é fácil e muito recompensador.
Sempre olhe para o lado bom! O copo está meio cheio, nunca meio vazio. Toda adversidade tem um lado bom, se você procurar.
Faça seu instinto pensar sempre sempre em dizer ‘sim’. Procure razões para fazer algo, não as razões para dizer ‘não’. Seus amigos vão gostar de você por isso.
Seja gentil: você conseguirá mais do que você quer se der ao outro o que ele deseja. Comprometer-se pode ser bom.
Sempre aceite convites para festas. Você pode não querer ir, mas eles querem que você vá. Mostre a eles cortesia e respeito.
Nunca abandone um amigo. Eu enterraria cadáveres por meus amigos, se eles me pedissem… por isso eu os escolhi tão cuidadosamente.
Sempre dê gorjeta por um bom serviço. Isso mostra respeito. Mas nunca recompense um mau serviço. Um serviço ruim é um insulto.
Sempre trate aqueles que conhecer como seu igual, estejam eles acima ou abaixo de seu estágio na vida. Para aqueles acima de você, mostre deferência, mas não seja um puxa-saco.
Sempre respeite a idade, porque idade é igual a sabedoria.
Esteja preparado para colocar os interesses de seu irmão à frente dos seus.
Orgulhe-se de quem você é e de onde você veio, mas abra a sua mente para outras culturas e línguas. Quando começar a viajar (como espero que faça), você aprenderá que seu lugar no mundo é, ao mesmo tempo, vital e insignificante. Não cresça mais que os seus calções.
Seja ambicioso, mas não apenas ambicioso. Prepare-se para amparar suas ambições em treinamento e trabalho duro.
Viva o dia ao máximo: faça algo que o faça sorrir ou gargalhar, e evite a procrastinação.
Dê o seu melhor na escola. Alguns professores se esquecem de que os alunos precisam de incentivos. Então, se o seu professor não o incentivar, incentive a si mesmo.
Sempre compre aquilo que você pode pagar. Nunca poupe em hotéis, roupas, sapatos, maquiagem ou joias. Mas sempre procurem um bom negócio. Você recebe por aquilo que paga.
Nunca desista! Meus dois pequenos soldados não têm pai, mas não corajosos, têm um coração grande, estão em forma e são fortes. Vocês também são amados por uma família e amigos generosos. Vocês fazem o seu próprio destino, meus filhos, então lutem por ele.
Nunca sinta pena de si mesmo, ou pelo menos não sinta por muito tempo. Chorar não melhora as coisas.
Cuide de seu corpo que ele vai cuidar de você.
Aprenda um idioma, ou pelo menos tente. Nunca comece uma conversa com um estrangeiro sem primeiro cumprimentá-la em sua língua materna; mas pergunte se ela fala inglês!
E, por fim, tenha carinho por sua mãe, e cuide muito bem dela.
Amo vocês com todo meu coração,
Papai”

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Ah! Os animais...

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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

LIVRO DA SEMANA

TODOS OS ANIMAIS MERECEM O CÉU

A eutanásia, a reencarnação dos animais, a vida dos animais naquela dimensão e o sofrimento como meio de aprendizado e evolução. Além destes há passagem que contam pormenores do regresso dos animais para a dimensão espiritual na ocasião da desencarnação e detalhes sobre os mecanismos de retorno à dimensão física nos momentos que antecedem o nascimento, incluindo desde a preparação do novo corpo ao parto.Inclui temas como a existência de colônias que cuidam dos animais na espiritualidade e comenta sobre os trabalhos das equipes espirituais que se ocupam com eles.



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A morte não é nada

"A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.

Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.

Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.

Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.

Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.

Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.

A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?

Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho...

Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua, linda e bela
como sempre foi."

Santo Agostinho



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domingo, 1 de janeiro de 2012

O perdão das ofensas

                                           Quantas vezes perdoarei a meu irmão? 
Perdoar-lhe-eis não sete vezes, 
mas setenta vezes sete vezes.
Eis uma dessas palavras de Jesus que mais 
devem atingir a nossa inteligência a falar 
mais alto ao vosso coração. 
Comparai essas palavras de misericórdia 
com as da oração tão simples, 
tão resumida e tão grande em suas 
aspirações, que Jesus dá aos seus discípulos, 
e encontrareis sempre o mesmo pensamento, 
Jesus, o justo por excelência, responde a 
Pedro; ainda que a ofensa te seja 
frequentemente; ensinarás aos teus irmãos 
esse esquecimento de si mesmo que os torna invulneráveis contra o ataque, os maus procedimentos e as injúrias; 
serás brando e humilde de coração, 
não medindo jamais a tua mansuetude; 
farás, enfim, o que desejas que o 
Pai celestial faça por ti; 
não tem ele que te perdoar frequentemente, 
e conta o número de vezes que seu perdão 
desce para apagar suas faltas?


COMENTÁRIOS DE NEIDE FRAGA

Queridos amigos ( irmãos )
falar em perdão das ofensas é fácil,
o difícil é pratica-las principalmente
quando perdoamos e continuamos a ser
ofendidos constantemente,
nós que somos ainda encarnados e estamos
longe da evolução espiritual não conseguimos perdoar de coração, podemos quando muito não revidarmos as ofensas recebidas, mas não a esquecemos e muito menos perdoamos de
coração, mas fácil se torna deixar de lado
quando se trata de uma ofensa leve,
no entanto o que fazemos quando esta ofensa
nos atinge no que há de mais caro para nós ?
Um exemplo, um irmão que ainda esta longe
do conhecimento da lei do retorno tira a
vida de um ente querido nosso, o que
dizemos: _ Se eu o encontrar eu acabo com ele!
E com todo certeza muitas vezes é o que
acontece, ou seja, é feita a justiça com as
próprias mãos. Não temos a paciência de esperar
a justiça divina fazer cumprir o retorno e
assim o ódio , o desejo de vingança seguem-se
por séculos, um ofendendo o outro ao passo que
se o perdoarmos de coração e colocarmos o julgamento nas mãos de Deus isso se
encerraria por ali mesmo e o culpado ficaria
sozinho nas leis de causa e efeito.
Se somos tão falhos como podemos pedir perdão
a Deus , se nem mesmo nós conhecemos esse sentimento , porque quem ofende não se julga culpado ,mas o ofendido se sente vítima,
quem pode garantir que já não fizemos uma montanha de maldade aos nossos semelhantes, ofensas iguais ou até maiores das que recebemos .
Se fossemos bons , puros e mansos não estaríamos aqui nesta escola chamada terra e sim no
reino dos anjos.
Vejam amigos, quanta bondade emana de nosso
Pai maior nos dando a chance de aprendermos,
então porque deixar para amanha o perdão das ofensas. O dia é hoje e a hora é agora,
vamos começar a orar por quem nos tem ofendido.
Lembrem-se Jesus disse: Quem se humilhar será exaltado e quem se exaltar será rebaixado.
Pensemos nesta lição com amor ,
se Jesus que deu sua vida para nos ensinar o
perdão das ofensas disse: Pai , perdoai-os eles
não sabem o que fazem!
Quem somos nós para julgar,
condenar e não perdoar.
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